>Coisas que a mídia não mostrou…

>

O que a mídia não mostra.

Thomas Mesereau fala sobre Michael Jackson.

Thomas Mesereau é um advogado muito respeitado, um verdadeiro perito no seu ramo. Ele representou a defesa de Michael durante, como gosto de chamar, a vergonhosa ‘tentativa de extorsão’ que ocorreu em 2005. Nessa época, Mesereau estava passando por um momento muito difícil da sua vida, assim como MJ. Pouco antes de começar o julgamento, ele descobriu que sua irmã estava com um tipo de câncer terminal. Ela acabou falecendo, mas Thomas Mesereau continuou firme na defesa do Rei do Pop. Talvez não por dinheiro, mas por um sentimento de justiça. Ele tinha certeza que Michael era inocente. Lutou bastante, até que a frase ‘Nós, do júri, declaramos o réu inocente de todas as acusações’ fosse ouvida por milhares de fãs no mundo todo. A comprovação disso está nos trechos da entrevista que Mesereau deu a Deborah Kunesh. Sei que muitos têm preguiça de ler. Mas, se você é realmente fã de Michael Jackson, faça um esforço, pois vale muito à pena.

Trechos da entrevista que Thomas Mesereau deu a Deborah Kunesh, falando de seu cliente Michael Jackson:

“A promotoria foi uma paródia da justiça e um dos maiores ataques de mau gosto a uma pessoa inocente na história judiciária. Eu nunca esperei que Michael Jackson fosse condenado de qualquer uma das acusações, seja crime ou contravenção. Eu acreditava, e ainda acredito, que ele era completamente inocente.

Michael Jackson foi uma das pessoas mais bondosas e gentis que eu já conheci. Ele realmente queria fazer mais do que ser um gênio musical. Ele queria curar e mudar o mundo através do amor, da gentileza, da arte e da música. Acredito que esse mundo é um lugar melhor porque ele esteve aqui conosco.

Eu digo que existia um Michael universal e um Michael individual. O primeiro queria mudar o mundo, queria que todos se concentrassem em garantir que as crianças fossem amadas e cuidadas da maneira adequada e que, assim, conseguiríamos reduzir a violência, a maldade, a pobreza, e tantos outros problemas do mundo. Este era o Michael que queria curar o mundo através da música, do amor, de medidas humanitárias. Ele foi um dos maiores humanitários que esse mundo já teve e entrou para o Guiness Book dos recordes como o artista que mais doou dinheiro para a caridade, no que, é claro, a mídia não gosta de se focar.

O segundo Michael, com o qual eu lidei, adorava ver uma criança sorrir. Ele construiu Neverland para ver as crianças felizes. Era um dos homens mais ricos do mundo e poderia ter gasto todo o seu dinheiro consigo mesmo. Ao invés disso, ele tinha um zoológico, um parque de diversões, um teatro, estátuas que representavam crianças… Se você visse as obras de arte da casa dele, muitas representavam crianças felizes, sendo respeitadas por quem elas eram: sua cor, sua religião, nacionalidade, que tradições tinham… Este era um homem que adorava pegar uma criança de rua, que crescia na pobreza e violência, trazê-la para Neverland e vê-la sorrir ao observar uma girafa, ou um elefante, ou ao ganhar sorvete de graça. Isso significava muito para o Michael, porque ele era uma boa pessoa.

Mas, infelizmente, quando você é tão genial e rico, os tubarões irão te atacar, ainda mais se você combinar isso com um pouco de ingenuidade; uma pessoa que não queria se envolver em decisões financeiras ou legais, o tempo todo. Ele queria fazer coisas criativas, humanitárias, o que o tornava um alvo ainda maior para processos e alegações frívolas.

A mídia quer ver as pessoas caírem, e esperava desesperadamente que Michael fosse condenado, já que isso iria gerar histórias durante anos sobre a aparência dele, como ele estava na cadeia e iria se matar. Acredite, eles estavam salivando para MJ ser condenado, e estavam alterando toda a história, de uma forma que influenciasse o júri a condená-lo. Fizeram até jogos baixos comigo em algumas ocasiões. Todos esperavam lucrar com a destruição dele. Era terrível. Foi um dos momentos mais importantes da minha vida… quando ele foi inocentado, foi vingado. Nunca me senti tão orgulhoso. Se olharmos para trás, ele só tinha mais cerca de 4 anos de vida, e ele pode vivê-la, vingado, com seus filhos.

Eu sei que há milhares de crianças ao redor do mundo que ele ajudou. Crianças com deficiências, doentes. Michael preenchia cheques para elas e ninguém publicava isso. Ele não doava para se exibir, doava porque era isso que seu coração mandava ele fazer. Eu acho que a coisa mais cruel que fizeram foi pegarem o seu amor e o seu desejo de ajudar as crianças e usarem isso contra ele, o chamando de monstro, como fizeram no tribunal. Foi simplesmente horrível! Era de cortar o coração estar ali o observando e ver o impacto que tudo causou nele. Eu não sei se Michael alguma vez recuperou-se emocionalmente daquilo.” (Thomas Mesereau)

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